A normalização da taxa de câmbio, com influência do aumento dos juros, só deve acontecer após as eleições do ano que vem.
“Possivelmente no pós-eleições e com Selic em 7% ou 7,5%, é de se esperar valorização da taxa de câmbio brasileira. Não necessariamente todo aumento do preço em dólar vai se traduzir em aumento da mesma magnitude para as receitas em reais dos produtores brasileiros”, completou.
Segundo Bráulio Borges, o movimento vai estimular a entrada de capitais no país. Atualmente, há cerca de US$ 30 bilhões de exportadores brasileiros mantidos no exterior. “Existe uma pressão latente de valorização da taxa de câmbio devido à receita de exportadores não internalizadas. São quantidades expressivas esperando cotação melhor ro real”.