Do montante, o volume negociado no mercado à vista, aquele que ocorro todos os dias em tempo real, correspondeu por R$ 7,21 trilhões. Enquanto que, no mercado a termo, em que as partes negociam uma data de compra ou venda do ativo com um acréscimo de juros, o giro foi de R$ 42,15 bilhões. Já na negociação de contratos de opções, o montante foi de R$ 205,97 bilhões.
Em um ano marcado pela pressão inflacionária e pelo aumento da taxa de juros para o patamar de 13,75% ao ano, o que afugenta os investidores dos investimentos de risco, os volumes negociados nos mercados à vista e à termo foram inferiores aos registrados em 2021, de R$ 7,99 trilhões e R$ 66,79 bilhões, respectivamente.
Em contrapartida, a negociação de opções no ano passado superou o volume registrado em 2021, de R$ 196,21 bilhões.
O número de negócios bateu recorde na renda variável como um todo, com 931,78 milhões, aumento de 0,6% na comparação com 2021, quando chegou a 926,44 milhões.
O volume médio negociado por dia foi de R$ 29,84 bilhões e a média de negócios feitos por dia ficou em 3,97 milhões. Os meses de março e novembro foram os que tiveram maior movimentação, com R$ 711,99 bilhões e R$ 706,95 bilhões negociados, respectivamente. Julho, por outro lado, foi o mês de menor movimento, com R$ 455,18 bilhões.