A discussão entre a conveniência de se andar com um servidor literalmente embaixo do braço ou então ter todos os negócios da empresa à mão de executivos e colaboradores, em qualquer hora ou lugar, está passando por um autêntico campo de provas, frente à Covid-19 e suas múltiplas consequências.Lidar com um dos produtos mais fungíveis que existem – o dinheiro próprio e o alheio – requer uma mobilidade toda especial em horas como estas, que servem, dentre outras coisas, para desmascarar certas gambiarras relativamente bem-sucedidas em momentos mais tranquilos.Diante das justificáveis restrições de locomoção vividas por todos atualmente, o que têm transformado em quase “crime lesa pátria” o deslocamento diário de casa ao escritório, por exemplo, vem à tona com toda a intensidade a importância de os sistemas que atendem factorings, securitizadoras, FIDCs e fintechs, assim como várias outras modalidades de instituições financeiras regidas pelo Banco Central, estarem em sintonia com uma realidade presente em alguns dos segmentos mais competitivos da nossa economia.Foi o que sentiu na carne, há cerca de dois anos, Nicolau Jorge Neto, sócio da Fidúcia Financiamentos, de Sorocaba (SP), quando sua empresa, que já operava como Sociedade de Crédito ao Microempreendedor (SCM), passou também a ser um banco de retaguarda perante o BACEN, o chamado “Banking as a Service”, e ainda, mais recentemente, uma instituição de pagamento.“Com essa complexidade de operações, seria impossível trabalhar hoje em dia da forma analógica, como quando o negócio começou, há…
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